Revista Designe - Todos Os Sumários
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Designe 1 - Sumário
Pag. 03 - Eliseu Visconti – Introdutor do Impressionismo no Brasil (Leonardo Visconti)
Pag. 07 - lustração – detalhe e estilo (Marcos Pires de Campos)
Pag. 10 – O rei do cromado (entrevista com Roberto Renner)
Pag. 18 - Hans Donner mexe com o design do tempo (depoimento)
Pag. 22 - Veículos movidos a propulsão humana (João Lutz e Sydnei Freitas)
Pag. 30 - Diagnóstico do desenho industrial (Aloísio Magalhães)
Pag. 33 - Tensões no design gráfico(Lucy Niemeyer)
Pag. 37 - Design gráfico e identidade nacional (André Villas Boas)
Pag. 44 - Dicas para um jovem Designer (Freddy Van Camp)
Pag. 48 - Designer também tem saudade (Henrique Pires)
Pag. 56 - Metodologia para design gráfico (Roberto Caldas)
Pag. 58 - Considerações sobre a relação cliente x designer ou vicePag. versa (Ricardo Leite)
Pag. 61 - Uma introdução ao estudo do projeto editorial: O livro (Guilherme Cunha Lima)
Pag. 66 - Typodrome
Pag. 68 - Que fim levou Francesco Griffo (Carlos M. Horcades)
Pag. 72 - Weyne type (Goebel Weyne)
Pag. 74 - RR type (Rafael Rodrigues)
Pag. 76 - Gilson de Abreu Marinho – o poeta dos tapumes (Carlos M. Horcades)
Pag. 80 - A tipografia do amanhã (Luiz Santa Maria)
Pag. 83 - Mobiliário urbano no pelourinho (Claudia Rocha Mourthé)
Pag. 88 - Núcleo de Ilustração (Bruno Porto)
Pag. 92 - 4 marcas para a mesma empresa (Ruth Reis)
Pag. 94 - Novo milênio, nova marca (Richard Wilde)
Designe 2 - Sumário
Pag. 005 - Ecodesign – Projetos com preocupação ecológica
Pag. 008 - Wilde thinking (Richard e Judith Wilde)
Pag. 012 - Uma fusão – Ilustração, design e publicidade (Baíta Sicupira)
Pag. 016 - O homem das mil palavras (Bruno Porto)
Pag. 020 - Revista Big (Rico Lins)
Pag. 026 - Abrimos o baú do bugigangadrome (Henrique Pires e Luiz Eduardo Santa Maria)
Pag. 028 - Atari design? (Luiz Eduardo Santa Maria)
Pag. 034 - Dez chabus que abalaram o século (Henrique Pires)
Pag. 044 - Entre a criatividade e o chicote Pag. entrevista com os irmãos Campana
Pag. 055 - O design invisível (Milton Lando)
Pag. 060 - Como colocar texto na web (Gunnlaugur SE Brien)
Pag. 067 - Roberto Rodrigues - O trágico ilustrador (Flávio pessoa)
Pag. 075 - O design gráfico no Brasil - Evolução e perspectiva atual (João de Souza Leite)
Pag. 082 - Conciliando a tecnologia e a usabilidade na web (Luiz Agner)
Pag. 088 - Hei de vencer (Gilberto Strunck)
Pag. 092 - A ilustração vetorial de Romero Cavalcanti
Pag. 094 - Typodrome
Pag. 102 - Proporções não arbitrarias - Adaptação de texto de Jan Tschichold (Carlos M. Horcades)
Pag. 104 - Homenagem aos letristas (Roberto Caldas e Ane Vilete)
Pag. 113 - A lógica da criação (Myrna de Arruda Nascimento)
Pag. 116 - O encontro de engenharia e Design (Gustavo Vianna)
Pag. 118 - Concurso internacional de cartazes (Bruno Porto)
Pag. 120 - A lenda continua? (Carlos Marcelo Paes)
Pag. 122 - O design fez e diferença (Paulo Magno)
Pag. 125 - Assuntos aleatórios (Eduardo Tróia)
Pag. 130 - Um trabalho feliz (Ruth Reis)
Pag. 134 - Grafite na cidade (João Galhardo)
Designe 3 - Sumário
Pag. 005 - Os cartazistas de cinema (Fernando Pimenta)
Pag. 013 - Tudo o que você sempre quis... (Gilberto Strunck)
Pag. 016 - O espírito do Homem-Borracha (Bruno Porto)
Pag. 018 - O fracasso do webdesign (Luiz Agner)
Pag. 024 - Light e atualização de uma imagem (Evelyn Grumach)
Pag. 032 - Quiosques revisitados (Carlos M. Horcades)
Pag. 035 - Design é informação (Joaquim Redig)
Pag. 044 - Ed Benguiat - O artesão de letras (Felipe Taborda)
Pag. 050 - Há dez anos - Semana carioca de design (Claudia Mourthé)
Pag. 057 - Aloísio Magalhães - Cartemando (Isis Fernandes Braga)
Pag. 063 - Uma nova perspectiva para se estudar design (João de Souza Leite)
Pag. 069 - Falando sobre design (Henrique Oliveira)
Pag. 072 - Roberto Maia - Fotógrafo
Pag. 074 – Embalagem - Tecnologia de sedução (Marcos Dohman)
Pag. 080 - Prática de design e conhecimento (Washington Dias Lessa)
Pag. 087 - Typodrome
Pag. 090 - Meu tipo inesquecível (Roberto Athayde)
Pag. 094 - Livros e mais livros (Carlos M. Horcades)
Pag. 097 - Brother Benguiat (Carlos M. Horcades)
Pag. 098 - Gentilza (Leonardo Guelman)
Pag. 099 - A arte gráfica popular brasileira (Edson Meirelles)
Pag. 102 - Ed Benguiat (Carlos M. Horcades)
Pag. 104 - O Grande mestre visita os pupilos (Carlos M. Horcades)
Pag. 106 - Experimentando o tipo como imagem (Claudia T.T. de Almeida)
Pag. 108 - Petrobrakis (Rafael Rodrigues)
Pag. 112 - Interiores supersônicos (Cláudio Lamas de Farias)
Pag. 120 – Congresso de design (Sidney Freitas)
Pag. 121 - Inútil paisagem (Carlos M. Horcades)
Pag. 128 – O valor da diferença (Ruth Reis)
Pag. 130 - Design, antídoto para bancofobia (Ângela Carvalho)
Pag. 136 - Design Social (Julio C. Augusto da Silva)
Pag. 141 - Projetos finais - Livros (Bruno Porto)
Designe 4 - Sumário
Pag. 005 - Eugenio Hirch - Um perfil especial entre os primeiros do design brasileiro (Amaury Fernandes)
Pag. 010 - Eugenio Hirch (Aldemar d’Abreu Pereira)
Pag. 012 - Algumas palavras sobre ilustração botânicas (Dulce Nascimento)
Pag. 018 - Candidatura do Rio aos jogos Pan-Americanos - Identidade visual (Eliana de Lemos Formiga)
Pag. 022 - O que é o Instituto de Artes Visuais (Isabel Thees e Carlos M. Horcades)
Pag. 023 - Muito mais que a pedra, prata e ouro (Lívia Canuto)
Pag. 028 - Doug e o rato (Luiz Agner Caldas)
Pag. 031 - O shopping do Design brasileiro (Claudia Mourthé)
Pag. 032 - Design brasileiro - Imagem ou reflexo (Ricardo Leite)
Pag. 040 - Coca-Cola - Ensaios de marca (Carlos M. Horcades)
Pag. 062 - Meio cheio ou meio vazio? (Richard Wilde)
Pag. 065 - Sistema de sinalização do programa delegacia legal (Claudia Mouthé e Fabiana Prado)
Pag. 071 - Typodrome
Pag. 074 - Pictogramas (Walter Moreira)
Pag. 076 - Tipografia institucional - O alfabeto Transbrasil (Fernanda Martins)
Pag. 078 - Ocorrências tipográficas (Carlos M. Horcades)
Pag. 080 - Tipografia incidental (Carlos M. Horcades)
Pag. 081 - As vidas de um muro - Três histórias (Carlos M. Horcades)
Pag. 085 - Caligrafia experimental (Yomar Augusto)
Pag. 090 - Grafite carioca em Flashbeck (Sandro Menezes e Bruno Porto)
Pag. 099 - Conheça a vida, leia Drummond (Carlos M. Horcades)
Pag. 100 - Projeto Memória (Roberto Caldas)
Pag. 108 - O gostinho doce de submundo (Felipe Motta)
Pag. 112 - Três projetos que se destacaram
Pag. 114 - Usina Design – Inovação e criatividade na UniverCidade (José Abramovitz e Fernando de Freitas)
Pag. 117 - Conceituação para projetos de identidade visual (Rafael Rodrigues)
Pag. 120 - Zooteca urbana (Breno Pineschi)
Pag. 122 - Bugigangadrome é aqui (Henrique Pires)
Pag. 125 - Quando o design faz a diferença (Isabel Thees)
Pag. 128 - Uma pequena análise de ilustrações (Isis Braga)
Pag. 134 - A minha Julieta (Bia Salgado)
Pag. 137 - O belo e o útil (Beatriz Rocha Lagoa)
Designe 5 - Sumário
Pag. 005 - Tributo a César G. Villela - A história visual da Bossa Nova (Marcello Montore)
Pag. 010 - Quadrinhos que abrem as portas (Luiz Agner)
Pag. 012 - Design Gráfico, identidade visual e metodologia (Guilherme Cunha Lima)
Pag. 017 - Present Design (Isabella Muniz)
Pag. 022 - O Design da jóia brasileira (Andréa Nicacio)
Pag. 024 - Design de vanguarda (Ernani Cal.)
Pag. 026 - Arte pixelástica ou uma cirurgia plástica com imagens (Romero Cavalcanti)
Pag. 033 - Arte, Design, artesanato e Aloísio Magalhães (Isis Fernandes Braga)
Pag. 038 - Uma experiência na iluminação pública (José Canosa Miguez)
Pag. 042 - Ilustração de opinião no jornal diário (Ricardo Cunha Lima)
Pag. 044 - O que a comunicação visual pode fazer pela dança (Celso Wilmer com Cristiana Lara Resende)
Pag. 050 - A criação ninguém fabrica em série (Design entrevista Cafi)
Pag. 057 - Sobre um projeto editorial (Sandra Pimenta)
Pag. 060 – Downtown - Sinalização, identidade visual e revista
Pag. 062 - Typodrome
Pag. 067 - Memórias Tipográficas (Bruno Porto)
Pag. 070 - Alfabeto Botanic (Dulce Nascimento)
Pag. 072 - This is Benguiat country (Carlos M. Horcades)
Pag. 074 - Parisine (Aldemar d’Abreu Pereira)
Pag. 076 - Quando a letra não tem que ser bela (Carlos M. Horcades)
Pag. 078 - As fontes do Hans – Jurgen (Hans Donner)
Pag. 080 - Tipografia automobilística (Cristina Oldenburg)
Pag. 084 - A tipologia da libertação (Felipe Taborda)
Pag. 088 - Mostra Bandeira Nacional
Pag. 116 - Arquitetura de informação (Luiz Agner Caldas)
Pag. 121 - Quem entende os símbolos que criamos (Eliana de Lemos Formiga)
Pag. 125 - Making of – Cão Robot (Carlos Gustavo Nunes Pereira – Guta)
Pag. 128 - Mercado de trabalho: sonho ou Pesadelo? (Flávio Pessoa)
Pag. 133 - Projeto de sinal comemorativo para o Centenário Cândido Portinari (Evelyn Grumach)
Pag. 138 - A Kelmscott Press (Carlos M. Horcades)
Pag. 142 - Novos lançamentos
ARTIGOS EM DESTAQUE NA DESIGNE 6:
MOSTRA CARIOCA - Exposição coletiva de postais - A revista Designe convidou designers, fotógrafos e artistas visuais para criar cartões-postais inspirados na imagem do Rio de Janeiro. O espírito do trabalho foi positivo, sem realçar os pontos negativos e exaltando a imagem da “Cidade Maravilhosa”.
DESIGNE ENTREVISTA O ILUSTRADOR BENÍCIO - Um mito e uma permanência: é o que evoca aquela assinatura larga e bem-riscada, no canto da imagem, reforçada pela bolota no pingo do “i” que substitui um acento que nunca existiu.
Benicio é um craque da ilustração, um mestre do guache que revela o movimento, a anatomia e a cor. Pense num livro de bolso: a capa que se evoca é dele; lembre-se de um cartaz de cinema, de uma perspectiva de imobiliária, de uma sensual super-mulher, e o pincel de Benicio estará sempre nesta lembrança.
Designe teve a chance de entrevistá-lo, e traz para você a história de 50 anos de percurso profissional na Ilustração desse personagem que já se tornou lendário. Na entrevista, Benicio fala de sua formação, do aprendizado do desenho em Porto Alegre, da Editora Rio Gráfica, onde trabalhou, do autodidatismo, das agências Mcann Ericson, Denison e Artplan, da Abril e da Bloch, da carteira assinada, das relações de trabalho, da sua agência própria, da primeira viagem à Europa, dos ilustradores favoritos, da ilustração americana, das técnicas de ilustração e da ética profissional do ilustrador.
WIRELESS DESIGN: O NOVO DESAFIO PARA OS DESIGNERS
por Fábio Darci - destaque da revista DESIGNE n. 6
Com mais de 80 milhões de usuários no Brasil, o telefone celular já faz parte do nosso cotidiano. A quantidade de celulares cresceu acentuadamente — atingindo todas as classes. Novos modelos e fabricantes surgem no mercado, com tecnologias cada vez mais elaboradas, expandindo os recursos de um aparelho que originalmente tinha a função exclusiva de comunicação por voz. Na época em que surgiram os primeiros celulares — ainda monocromáticos — o valor competitivo dos aparelhos estava em oferecer um bom sinal, carga longa na bateria e facilidade de uso do teclado para discar. Depois apareceram celulares com agenda e outros atrativos, mas a interface gráfica ainda era produzida pelos próprios fabricantes. Com a implantação técnica WAP (internet sem fio), começou a surgir espaço para a terceirização, fruto da demanda de um design cada vez mais específico para a área wireless. É nesse momento que tem início o nosso novo e promissor segmento, o Wireless Design.
Uma interface gráfica atrativa tornou-se requisito fundamental na escolha de um celular. Se o momento é de personalização, temos que criar produtos cada vez mais diversificados e para o maior número possível de modelos de aparelhos, tentando atender a todos com suas diferentes características.
TIPOGRAFIA POPULAR BRASILEIRA
Por Pedro Moura - destaque da revista DESIGNE n. 6
Para produzir tipografias digitais inspiradas em letreiros urbanos, é essencial conhecer o tema a ser estudado. Com uma Olympus OM-1 - velha de guerra - na mão e alguns rolos de filme no bolso, durante dois meses, o autor Pedro Moura percorreu as ruas de cidades em busca de registros interessantes e expressivos: Rio, São Paulo, Niterói, Rio das Ostras e Macaé; Nova Friburgo, Lumiar e Itaboraí.
Nessas andanças, percebeu que a tipografia popular não é um fenômeno neutro, não pode ser encontrada em qualquer lugar. As letras pintadas à mão são presentes em cidades do interior e em regiões periféricas das grandes cidades. Na busca de uma estética brasileira, descobre-se que há também uma estética da exclusão social.
O ofício de pintar letras se tornou a cara de uma realidade social caracterizada pela exclusão. Mesmo sem ter a intenção, ou a consciência do seu papel, o pintor de letras é um dos responsáveis pela estética da exclusão, uma estética amargurada.
O autor selecionou quatro exemplos representativos e partiu para o trabalho com versões antigas de softwares. O que prova que produzir tipografia digital não requer grandes estruturas tecnológicas, ao contrário do que se pensa.
EX LIBRIS FAMOSOS
por Amilcar Starosta - destaque da revista DESIGNE n. 6
É freqüente observar em grandes bibliotecas – a Biblioteca Nacional, por exemplo – que seus volumes trazem na parte interna da capa uma etiqueta que contém o nome da respectiva instituição. Trata-se do ex libris (que significa: este livro pertence a...) daquela biblioteca específica, ou seja, uma etiqueta que identifica o proprietário de um acervo. Essas etiquetas são feitas muitas vezes por grandes artistas e depois reproduzidas em número suficiente para que se possam marcar todos os livros, podendo ser usadas tanto por instituições quanto por pessoas físicas.
Muitas personalidades, tais como Einstein, Freud, Oswaldo Cruz, Barão do Rio Branco – só para citar algumas – utilizaram os ex libris em suas coleções com o objetivo de marcá-los, evitando assim que se dispersassem no caso de empréstimo, por exemplo.
O inesquecível Charles Chaplin (1889-1977), inglês naturalizado americano, aparece em seu ex libris como uma criança, com os trajes característicos do vagabundo, tão conhecido por todos nós. Olhando para a cidade do outro lado do rio Tâmisa, é como se estivesse postado entre o passado e o futuro. No primeiro plano do seu ex libris, à frente de uma moldura em forma oval coroada por uma máscara de comédia, aparecem a bengala e os sapatos, que acabaram por tornar-se sua assinatura. Os raios luminosos que vêm de cima representam o espírito de esperança e otimismo iluminando seu caminho.
Paulo Menotti del Picchia nasceu em São Paulo em 1892. É autor de romances, contos e crônicas, novelas e ensaios, peças de teatro, estudos políticos e obras da literatura infantil. Juca Mulato foi sua obra de maior repercussão. Pertencente às Academias Paulista e Brasileira de Letras, teve destacada atuação no movimento modernista. Seu ex libris, uma estampa tipográfica de 1919, foi feito pelo artista Antonio Paim Vieira, considerado um dos grandes ex libristas brasileiros. Uma estampa representando o que parece ser o deus grego Dionísio, circundada por uma faixa escrita em interessante tipografia que imita adornos gregos, onde se lê, na metade de baixo “Ex Libris de Menotti Del Picchia” e, na de cima, “carpediam quam minima credula posterus” (aproveite o dia de hoje, o futuro é incerto).
Walt Disney (1901-1966) desenhou histórias em quadrinhos, dirigiu shows ao vivo e criou um parque temático, tendo se consagrado acima de tudo por seus desenhos animados e seus personagens tão conhecidos. Sua criação mais famosa, o Mickey Mouse, é representado no ex libris que simula um filme quadro-a-quadro, mostrando o processo usado para dar vida ao mesmo.
Albert Einstein nasceu na Alemanha em 1879, vindo a falecer em 1955. No ex libris do gênio da ciência vemos uma figura no topo de uma montanha, como que contemplando ou abraçando o cosmos.
Conhecido como o pai da psicanálise, Sigmund Freud (1856-1939) nasceu em Viena, na Áustria. Seu ex libris mostra a figura de Édipo confrontando a Esfinge, monstro que aterrorizava os viajantes a caminho de Tebas. De acordo com o mito, a Esfinge propunha uma adivinhação, que Édipo decifrou, derrotando-a e tornando-se, assim, o rei de Tebas.
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